quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Promessas de ano novo


1- O que falar cumpra: não invente desculpas, se não quer
falar no telefone diga, se não vai ligar não prometa, se não vai aparecer diga.
2 - Ame e muito : só o amor sem medidas, sem justificativas,
sem isto ou aquilo, só o amor que se sente importa. Se ama, seja pouco ou muito
diga, expresse.
3 - Não desista da luta: como diria Clarice é na luta que
nos encontramos, então lute contra ou a favor do que desejar, mas lute.
4 - Sinta: o ar, a dor, o abraço, a raiva, a paixão aguda e
doida, a saudade. Mas sinta não seja inerte aos afetos do mundo.
5 - Seja: aquilo que desejar, não submeta sua ideologia a
sentimento nenhum, não deixe o trabalho fazer de você uma prostituta de luxo,
seja aquilo que acredita.
6 - Leia: Seja lá o que for, mas leia os livros são o
universo perfeito pra encontrarmos os muitos que somos.
7 - Pense e Reflita: Ação, reflexão, ação nenhuma boa
decisão pode partir a não ser de grandes reflexões e se a conclusão for meter o
pé em tudo meta.
E por fim comprometa-se com você e com sua fé, pois somente
a fé no mundo melhor e uma sociedade mais justa, pode fazer do mundo um lugar
feliz.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Viva Clarice Lispector

Há 33 anos atrás a literatura perdia uma de suas mais nobres escritores, capaz de retratar a natureza feminina e prende-la em cada uma das paginas de seus livros sempre recheados de supresas e de si mesma.
Ler Clarice é encontra-se com sua proprias loucuras e neste caso não da autora mas do proprio leitor que se trave a mergulhar na intesidade de si mesmo. Uma amiga dizia que Clarice é boa pra momentos de crise e digo que Clarice é otima pra te por em crise, já que sua leitura nos coloca frente a frente de quem nos mulheres realmente somos.
Muitas são as faces dos personagens de Clarice e muitas podem ser uma mesma mulher.

A maior escritora de minha VIVA CLARICE!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Escrever

Não gosto do tempo que faltam-me palavras escritas, gosto delas no papel fazendo história, construindo memoria. Sinto que ando por ai jogando as palavras ao vento e fazendo com que elas se percam no tempo.
Não escrever é não viver, será que vivo ou deixo que a vida me leve pelos seus diversos labirintos onde me perco e as vezes somente as vezes me acho.
Sinto saudades da turbulencia de sentimentos, da inquetute com o mundo. Ser assim inqueta e necessitar das palavras me fazem ser quem eu sou.
Quando elas me faltam é porque falta aventura, falta sexo, falta beijo, falta risada, falta tristeza, falta raiva, enfim quando as palavras me faltam é porque tenho deixado de viver, viver além do cotidiano, viver somente viver..
Amo as palavras cravadas no papel, pois elas fazem de mim quem eu gosto de ser.

"Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador. Escrever é também abençoar uma vida que não foi abençoada."
( Clarice Lispector )

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Samba a Dois - Los Hermanos

Quem se atreve a me dizer do que é feito o samba?

Quem se atreve a me dizer?
Quem se atreve a me dizer do que é feito o samba?
Quem se atreve a me dizer?
Não, eu não sambo mais em vão
O meu samba tem cordão
O meu bloco tem sem ter e ainda assim
Sambo bem à dois por mim
Bambo e só, mas sambo, sim
Sambo por gostar de alguém, gostar de...
...Me lava a alma, me leva embora
Deixa haver samba no peito de quem...
...se atreve a me dizer
Do que é feito o samba ?
Quem se atreve a me dizer?
Quem se atreve a me dizer?
Do que é feito o samba ?
Quem se atreve a me dizer?
Quem me ensinou a te dizer
"Vem que passa o teu sofrer"
Foi mais um que deu as mãos entre nós dois
Eu entendo o seu depois
Não me entenda aqui por mal
Mas pro samba foi vital falar em...
...Me laça a alma, me leva agora
Já que um bom samba não tem lugar nem...
...se atreva a me dizer
Do que é feito o samba
Nem se atreva a me dizer
Nem se atreva a me dizer

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Me diz o que é o sufuco que eu te mostro alguém afim de te acompanhar

...Me diz o que é o sufuco que eu te mostro alguém afim de te acompanhar...



A doce companhia do encontro consigo, inerravél experiência onde o humano descobre a necessidade do outro, aquilo que habita em mim também está nele e a busca pela completude daquilo que é inqueto e imenso se engrandece a cada pico de adrelina, de emoção boa e muitas vezes barata.
A incompletude se engracede a cada entardecer, a cada uma das músicas que são muito mais que um sucessinho do pop rock, tudo em mim emana a necessidade que tenho de me encontrar comigo mesma, de ser quem sou e descobrir quem sou eu me traz de volta aquela imensa necessidade de você que não tem rosto, nem nome, muito menos sobrenome.
Talvez eu devesse me completar nas minhas lutas, nas minhas conquistas, naquilo que se inqueta dentro do peito, mas tudo isso só me faz querer mais e mais a companhia para dividir a vida que é intensa em mim, tão intensa que me incomoda.
Queria ganhar a vida pra pensar sobre as coisas, sobre as coisas que me movem que me deixam assim inquieta, tonta e encantada com tudo e nada. A necessidade de ter algo que sacuda meu chão, minha vida pastoral, meu eu grita sempre, não tenho constancia no que quero e o quero de ontem já não é mais um querer. E nessa inconstancia a figura do divino se afasta e se aproxima em grandes frações de segundo que muitas vezes é a eternidade.
Tudo aquilo que sinto não pode vir de outro lugar se não desse ser maior que me criou assim, minhas inqueitações e minha falta de espaço e lugar no mundo, me querem dizer algo que eu ainda não estou pronta no sentido de querer para saber do que se trata.
Só sei que o mundo habita em mim e eu habito nele como uma unica coisa, conexa, junta e indivisivél, pois só quando estou no mundo me acho e perco, sinto e choro, só quando estou no mundo sou capaz da indignação, mas agora o meu mundo aquele que é só meu, tem me chamado constantemente pra olhar pra ele...

domingo, 29 de agosto de 2010

Festival Novra Brasil

Finalmente Show de Maria Rita

Tudo tão confusoooo

A Via Láctea -Legião Urbana

Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz...
Mas não me diga isso...
Hoje a tristeza
Não é passageira
Hoje fiquei com febre
A tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela
Parecerá uma lágrima...
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza
Das coisas com humor...
Mas não me diga isso...
É só hoje e isso passa
Só me deixe aqui quieto
Isso passa
Amanhã é um outro dia
Não é?...
Eu nem sei porque
Me sinto assim
Vem de repente um anjo
Triste perto de mim...
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado
Por pensar em mim...
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho...
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser
Quem eu sou...
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado
Por pensar em mim...
Não me diga isso
Não me dê atenção

E obrigado

Por pensar em mim...