sábado, 17 de julho de 2010

Quem me descreveu assim???

Tenho medo do provável; dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo.

Tenho um sorriso confiante que às vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele.
Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso. E me irrito de forma inexplicável.
São poucas as pessoas pra quem eu me explico meus amigos não precisam; e meus inimigos não entenderiam! :)

Aquilo que foi bom!

È incrivel como algumas pessoas nos trazem paz pelo simples fato de estarem ali do nosso lado. Não nos cobram nada, não nos pedem nada, só estão ali dispostas mesmo sem saber a nos dar o que mais precisamos carinho....

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Loucura?

A loucura do ser humano põem a prova todas as crenças e esperança na mudança que temos, a loucura de ver o outro como objeto ou produto, faz com que este perca a sua humanidade, pois somente somos humanos quando somos capazes de reconhecer no outro o milagre da vida.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres - Clarice Lispector

Quem nunca leu Clarice, precisa-la,aprecia-la,degusta-la,  mas saiba que Clarice não escreve palavras ao vento ela tem o dom de tocar a alma.
Uma aprendizagem e o livro dos prazeres e um mergulho profundo dentro de nossa proprias inquetações e limitações...

Feliz?

Hoje estou assim!!!
Feliz, talvez?
Inconstante sempre,
Algo está mudando em mim, algo aqui se faz novo e eu amo essa sensação de mudança, me fascino por não a mesma de ontem, por não ter sido fraca e ter deixado o comodismo me envolver.
Enfim ainda não fui a lagoa, o livro da Clarice continua na mesa junto com os outros agora três a serem lido, não mudei de emprego, não arrumei ainda um namorado, não emagreci, mas mudei talvez só eu mesma seja capaz de ver e sentir....

Buscando sempre o sol!!
Eu sempre sonho que uma coisa gera,

nunca nada está morto.
O que não parece vivo, aduba.
O que parece estático, espera.


Adelia Prado

Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres

'Lóri estava triste. Não era uma tristeza difícil. Era mais como uma tristeza de saudade. Ela estava só. Com a eternidade à sua frente e atrás dela. O humano é só. Ela quis retroceder. Mas sentia que era tarde demais: uma vez dado o primeiro passo este era irreversível, e empurrava-a para mais, mais, mais! O que quero, meu Deus. É que ela queria tudo.'